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Varejo deve faturar R$ 13,7 bi com vendas de inverno


Fonte: Folha do ABC

O frio antecipado trouxe otimismo para o varejo de vestuário, calçados e acessórios. O setor espera faturar R$ 13,76 bilhões em vendas entre os meses de maio e agosto deste ano. O valor é o maior registrado desde 2014, segundo estimativa da Confederação Nacional de Comércio (CNC). Somente em maio deste ano, as vendas no varejo brasileiro tiveram a sétima alta seguida, com crescimento de 6,9% em comparação ao mesmo período de 2021, de acordo com dados da empresa Cielo. Mas, não foi só o frio que aqueceu as vendas. A retomada dos eventos e do trabalho presencial no pós-pandemia também impulsionaram os brasileiros irem às compras. A procura por roupas de inverno é tamanha, que o comércio já espera vender 44% mais em junho deste ano do que no mesmo mês de 2021, segundo a FecomercioSP.


Inflação

Apesar do otimismo nas vendas, o gerente de dados da Cielo, Diego Adorno, afirma que excluindo a inflação, o varejo ainda não voltou ao patamar observado antes da pandemia. A inflação pode ainda frear a demanda. Os itens de vestuário acumulam alta de 16% nos preços nos últimos doze meses, acima da média nacional de 11,73%.


Movimento dos varejistas

Na Renner, as vendas já superam o período pré-Covid. No primeiro trimestre do ano, houve alta de 63% em comparação com o mesmo período do ano passado e a tendência de crescimento se acelerou com a coleção outono-inverno e datas comemorativas como Dias dos Namorados e Dia das Mães. A C&A afirma que o brasileiro quer, agora, renovar o armário para a estação mais fria do ano.


Na pandemia, o consumidor buscou por moletons para se proteger do frio em casa. Agora, com o arrefecimento da pandemia, o cliente quer roupas para eventos e para a volta do trabalho presencial.

 
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