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IDV projeta crescimento real nas vendas do varejo para os próximos três meses

O IAV (Índice Antecedente de Vendas) projeta crescimento das vendas para março, abril e maio


Fonte: Banco de imagens Wix

Os últimos dados apresentados pelo IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas do Instituto para Desenvolvimento do Varejo) para fevereiro mostram um crescimento nominal de 6,5% nas vendas em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Já as projeções de crescimento dos próximos meses, são 8,6%, 8,4% e 7,7% para março, abril e maio, respectivamente.


Em termos reais, quando descontado o IPCA, fevereiro deste ano apresentou um leve crescimento nas vendas de 0,9%. As projeções de crescimento para março, abril e maio são de 3,9%, 4,2% e 3,3%, respectivamente, e sempre em comparação aos mesmos meses do ano anterior – estimativa que pode confirmar crescimento real nos primeiros cinco meses do ano.


IAV Setorial

Para o resultado realizado de fevereiro, apenas o setor de material de construção apresentou retração (-2,8%) em termos nominais. A maior alta ficou para o setor de artigos farmacêuticos, perfumaria e cosméticos (18,5%), seguido por tecidos (11,6%), supermercados, hiper, alimentação, bebidas e fumo (10,3%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (8,2%) e móveis e eletrodomésticos (-2,8%).


Três setores apresentam trajetória crescente de crescimento para março, abril e maio, sendo estes setores o de móveis e eletrodomésticos, com projeções de 5,2%, 8,4% e 8,9%, respectivamente; o de material de construção, com previsão de crescimento de 5,2% para março, 6,5% para abril e 9,5% para maio; e outros artigos de uso pessoal e doméstico (composto por brinquedos, joias e produtos pet), com projeções de 12,6%, 13,1% e 21,4% para os próximos três meses.


Já os setores com trajetórias que apontam certa desaceleração nos próximos meses, porém com crescimentos ainda bastante significativos, são os setores de artigos farmacêuticos, perfumaria e cosméticos, que projeta crescimento de 17,1%, 15,8% e 12,9% para março, abril e maio; tecidos, vestuário e calçados, com projeções de 29,6%, 19,5% e 13,6%; e supermercados, alimentação e bebidas, com projeções, respectivamente, de 9,6% e 10,6% para março e abril – sustentado pelo período da páscoa – e de 7,1% para maio.

 
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