top of page

Comércio deve movimentar R$ 8 bi no Dia das Crianças, estima CNC

Projeção corresponde a uma queda de 3,1% na comparação com o mesmo período do ano passado


Fonte Banco de imagens Canva

O comércio varejista deve movimentar R$ 8,13 bilhões em volume de vendas no próximo Dia das Crianças, segundo cálculos da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). Se confirmado, o resultado representará uma retração de 3,1% em relação à mesma data do ano passado.


Em 2021, o comércio movimentou R$ 8,39 bilhões em vendas, um avanço de 12,8% ante 2020, impulsionado pela melhora na circulação de consumidores. Neste ano, embora a circulação de pessoas por estabelecimentos comerciais tenha aumentado ainda mais, o desempenho do varejo deve ser impactado negativamente pelos reajustes no preço dos produtos mais procurados para a data.


O preço médio dos bens e serviços relacionados ao Dia das Crianças deve ser 8,7% superior ao verificado no mesmo período do ano passado, estima a CNC. "Se confirmada esta previsão, seria o maior percentual de reajuste desta cesta de itens desde 2016, que foi de 8,8%", calculou o economista Fabio Bentes, responsável pelo estudo da CNC.


Alguns dos destaques neste ano são os aumentos de preço de 20% nos brinquedos, de 17,6% nos tênis e de 15% nos sapatos infantis. Também houve alta de dois dígitos na roupa infantil (14,6%) e nos chocolates (10,9%). Dos onze itens avaliados, apenas os videogames estão mais baratos do que no ano passado, com redução de 1,3%.


O segmento de vestuário e calçados deve concentrar 29% do volume de vendas neste ano, somando R$ 2,44 bilhões, seguido pelo ramo de eletroeletrônicos e brinquedos (com uma fatia de 27%, ou R$ 2,2 bilhões). O segmento de farmácias, perfumaria e cosméticos deve abocanhar R$ 1,45 bilhão, enquanto móveis e eletrodomésticos concentrariam R$ 1,22 bilhão.


Apenas quatro estados devem responder por quase 60% das vendas: São Paulo (R$ 2,6 bilhões), Minas Gerais (R$ 826,5 milhões), Rio Grande do Sul (R$ 741,1 milhões) e Rio de Janeiro (R$ 702,7 milhões).

 
bottom of page